O megaempreendimento do complexo turístico, que estima atrair empregos, alavancar o ecoturismo e garantir a preservação de uma das mais importantes áreas de restinga de Maricá, no Estado do Rio, recebeu na última quinta-feira, 31, uma decisão contrária da Justiça.

Em sua deliberação, em primeira instância, o juiz Vitor Porto dos Santos, da 2a Vara Cível de Maricá, veda a ocupação da Área de Proteção Ambiental (APA).

Entre os empreendimentos previstos está o Rock in Rio Maraey Resort, que arrancou elogios do governador Wilson Witzel num estande do festival, há pouco mais de um mês. Em nota, o IDB Brasil, responsável pelo projeto, afirma que recorrerá da decisão.

O Maraey, um dos mais importantes complexos turístico-residenciais da América Latina, vai transformar Maricá, no litoral do Estado do Rio de Janeiro, não apenas em um polo de turismo, mas também em uma das escalas do circuito mundial do golfe.

Um dos quatro hotéis cinco estrelas do empreendimento será o Maraey Golf Resort, que contará com um campo de 18 buracos distribuídos em 70 hectares, dentro de todas as especificações para receber competições oficiais internacionais.

Além de quatro hotéis cinco estrelas e de zonas residenciais, o complexo contará com a segunda maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de restinga do Estado do Rio, com 437 hectares. Nela, funcionará um Centro de Pesquisas da Flora e Fauna com apoio de pesquisadores de universidades como UFRJ, UFF e UFRRJ.

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