O Governo do Rio de Janeiro elaborou um plano de emergência para o aparecimento de óleo de procedência não identificada em praias fluminenses. Na última quinta-feira, 7, fragmentos do óleo que atinge o litoral do Nordeste chegaram ao Espírito Santo.

Divulgado nesta segunda-feira, 11, o Plano de Emergência para o Surgimento de Óleo em Praias serve como um guia que define as ações necessárias para preparação e resposta ao surgimento de manchas no mar e em faixas de areia.

A estratégia do estado se divide em três etapas: Vigilância, Monitoramento e Resposta.

O plano de Vigilância é acionado caso haja alguma suspeita de que uma mancha possa chegar ao RJ. O passo seguinte, Monitoramento, consiste em vistorias rotineiras em praias, elaboração de relatórios, que incluem a avaliação periódica de praias.

Ainda durante o Monitoramento, o estado pode realizar patrulhamentos aéreo e marítimo, caso haja a possibilidade de determinar áreas que precisem ser observadas. Também é ativado um Comitê de Monitoramento, que passa a receber informações operacionais de fontes Municipais e Estaduais, servindo inclusive para apurar denúncias.

Na terceira e última etapa, a de Resposta, o estado já constatou existir óleo na costa e adota procedimentos para avaliar e tomar as medidas necessárias.

Um técnico ligado ao Instituto Estadual do Ambiente coordena e avalia o resultado das ações, podendo propor o tipo de limpeza a ser realizada. A recolha do óleo pode ser feita, por exemplo, de forma manual, com a assistência de máquinas, focada em manguezais ou marítima.

Desde a segunda-feira, 11, o Inea iniciou a capacitação dos 25 municípios costeiros do estado, entre eles Maricá. Inicialmente, o foco será nos municípios do noroeste fluminense e região dos lagos e, na próxima semana, nos municípios da Região Metropolitana e do sul fluminense.



© 2020, Redação Maricá. Todos os Direitos Reservados.

error: O conteúdo está protegido !!
× Como podemos te ajudar?