No início desta semana, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) publicou um alerta contra o uso de cigarros eletrônicos. De acordo com o órgão de saúde, não existe nenhuma comprovação científica de que o dispositivo seja um bom substituto para o cigarro tradicional.

Além disso, o vapor produzido pelos chamados e-cigarros possui diversas substâncias tóxicas, como formaldeído, acetaldeído, metais pesados e a própria nicotina, que causa dependência.

Apesar do lançamento recente no mercado, o cigarro eletrônico da nova geração já é um item muito popular entre o público jovem, e vem conquistando espaço também em Maricá. Com diversas opções de aromas e sabores, o chamado e-cigarro não causa mau hálito ou espalha fumaça incômoda. Os novos modelos utilizam bateria recarregável e é possível até mesmo ajustar a intensidade do vapor.

No entanto, parece haver mais desvantagens no uso do dispositivo. De acordo com o Inca, há riscos de ingestão acidental dos líquidos, especialmente por crianças, bem como explosão da bateria do acessório. Além disso, o uso indiscriminado do dispositivo pode estar diretamente relacionado a casos de doença pulmonar severa.

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