LSM – A Prefeitura de Maricá, através da Secretaria de Assistência Social, promoveu nesta terça-feira, 4, o Encontro anual dos Gestores de Assistência Social da Região Metropolitana II, com a presença da subsecretária de Assistência Social do Estado do Rio de Janeiro, Dianne Arrais, a presidente do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (COEGEMAS) do Rio de Janeiro, Elaine Medeiros, a representante de Maricá e presidente regional da metropolitana II na assistência social, Laura Maria Vieira da Costa, além de gestores dos municípios de Maricá, Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Tanguá e Rio Bonito.

No encontro, foram debatidos tópicos como a vacinação de técnicos de assistência social contra a Covid-19, os repasses financeiros do Governo Federal e do Governo Estadual às secretarias de Assistência Social dos municípios da região, a possibilidade de realização das conferências planejadas para a discussão e participação popular nas políticas assistencialistas, além da questão da não ocorrência do Censo 2021 e o impacto dessa medida nos programas de assistência social.

Com relação à Maricá, foram apresentados programas sociais de sucesso, como o Programa de Amparo ao Trabalhador (PAT), o Programa de Amparo ao Emprego (PAE), o programa Renda Básica da Cidadania (RBC), através da moeda Mumbuca, dentre outros. Além disso, foram expostos os projetos da Secretaria de Assistência Social e todos os avanços nos últimos anos, como a expansão da equipe, o acolhimento cada vez maior aos moradores de rua do município, as melhorias na Casa do Autista e os Centros de Reabilitação existentes na cidade.

De acordo com o Secretário de Assistência Social, Jorge Castor, a escolha de Maricá como sede do encontro é reflexo do trabalho feito na Assistência à população, principalmente àqueles em maior vulnerabilidade social. O secretário, porém, alerta sobre os possíveis impactos da ausência do Censo 2021 nas políticas assistencialistas do município.

“Neste momento delicado da pandemia da Covid-19, Maricá saiu na frente. Adotamos e expandimos programas de assistência social e a escolha da nossa cidade como sede deste encontro mostra que evoluímos, utilizamos com eficiência nossos recursos e somos um contraponto à realidade de muitos lugares. É importante também dividirmos com outros municípios da Região Metropolitana II a experiência positiva de Maricá, buscando avanços coletivos e integrados na nossa região”, afirmou o secretário.

Castor destaca que o Censo é um mecanismo que norteia a assistência social e a falta de uma atualização pode dificultar o olhar a algumas pessoas, principalmente em um município em forte crescimento populacional como Maricá. “A não ocorrência do Censo 2021 pode dificultar a eficácia de alguns programas de assistência social, já que a cidade vive um crescimento populacional, principalmente nos últimos anos, e os dados usados como base para os critérios desses programas e para o recebimento de recursos estaduais e federais vêm do último censo, realizado em 2010, não evidenciando a realidade atual em muitos casos”, completou.

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