A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a prisão do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, na manhã desta sexta-feira (28), porém o pedido foi negado pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça, Benedito Gonçalves.

Witzel foi afastado do cargo de governador do Rio de Janeiro, por 180 dias, durante a operação Tris in Idem, que investiga desvios na saúde do estado durante a pandemia. A PGR denunciou Witzel e outras oito pessoas, incluindo a primeira-dama Helena Witzel.

A PGR denunciou Witzel, a primeira-dama Helena Witzel, Lucas Tristão, Mário Peixoto, Alessandro Duarte, Cassiano Luiz, Juan Elias Neves de Paula, João Marcos Borges Mattos e Gothardo Lopes Netto. Os denunciados são suspeitos de integrar um esquema de pagamentos de propina que teria como elo comum o escritório de advocacia de Helena.

Mário Peixoto e Alessandro Duarte já foram presos na Operação Favorito por fraudes na Saúde. Peixoto é apontado como o principal fornecedor de mão de obra terceirizada para o governo de Wilson Witzel por meio de organizações sociais.

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