Após o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) anunciar o início da reabertura gradual do comércio da cidade para esta terça-feira, o Rio tem o primeiro dia de afrouxamento das medidas de isolamento social da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O plano de flexibilização, apresentado ontem, foi dividido em seis fases, com previsão de duração de 15 dias para uma cada uma delas.

Neste primeiro momento, a fase 1, estão liberadas as seguintes atividades, além das já considerados essenciais:

. Agências de automóveis

. Lojas de móveis e decoração

. Atividades físicas no calçadão da orla

. Esportes aquáticos individuais nas praias, sem ocupação da faixa de areia

. Atividades físicas em parques e centros de treinamento, sem uso de sauna, piscina e banheira de hidromassagem

. Celebrações de atividades religiosas, apesar de decisão judicial proibindo cultos presenciais na cidade

Com exceção das lojas de automóveis, móveis e decoração, o comércio de rua ainda não poderá abrir as portas. As lanchonetes, bares e restaurantes continuam funcionamento apenas no sistema delivery.

MONITORAMENTO

A prefeitura alegou que o planejamento da reabertura do comércio no Rio foi aprovada por unanimidade pelo comitê médico-científico do município. Crivella disse que a flexibilização será monitorada e que, se necessário, irá voltar atrás.

“A prefeitura está tranquila para adotar tais medidas pelo fato de que fizemos as medidas necessárias, aceleramos nosso processo e nossos números de capacidade de atendimento melhoraram muito. Mas vamos monitorar para ver as mudanças e tomar medidas urgentes em caso de necessidade”, Crivella afirmou, ontem.

O município alerta ainda que os estabelecimentos que não seguirem os critérios e as regras de convívio para a reabertura serão multados pela Vigilância Sanitária e órgão fiscalizadores da prefeitura, podendo até ter o alvará de funcionamento cassado.

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