A Secretaria Estadual de Educação está trabalhando para compensar os gastos que os professores da rede pública de ensino estão tendo para lecionar de casa, por plataforma on-line. Foi o que a pasta informou ao ser questionada pela coluna sobre essa reclamação dos educadores.

A categoria criticou a decisão do governo fluminense de suspender temporariamente o pagamento de alguns benefícios, como auxílio-transporte, por exemplo, enquanto durar o trabalho remoto de servidores.

O Sindicato dos Profissionais de Educação (Sepe) pontuou que os professores estão sendo obrigados a arcar com os custos de serviços de internet para lecionar durante a pandemia.

Uma das soluções apontadas pela secretaria para esse problema é um projeto de lei que tramita na Alerj. Proposto por Sergio Fernandes (PDT), o texto busca ressarcir professores pelos gastos adicionais (com internet e equipamentos, por exemplo) durante o período de ensino remoto.

“A secretaria pagará todo o ressarcimento que esta lei determinar, assim que for aprovada e sancionada”, informou.

Além disso, a pasta garantiu que distribuirá, nos próximos dias, chips com dados de internet para todos os alunos, professores e diretores que estão estudando e trabalhando por meio da plataforma ‘Google Classroom’.

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